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O que é o OSCE e como ele funciona?


Alunos de Medicina vestindo jalecos, passeando por um corredor enquanto lêem um livro azul

Você sabe o que é o OSCE (Objective, Structured, Clinical Examination)? Conhecido no Brasil como Exame Clínico Objetivo, ele visa avaliar os conhecimentos e competências dos estudantes de Medicina.


O OSCE foi utilizado nas faculdades de Medicina em 1975, na Finlândia. Ao longo dos anos, a metodologia começou a ser adotada nos processos de residência e a ser utilizada em processos seletivos.


Benefícios do OSCE

Esse método de simulação é baseado em cenários, avaliando o desempenho individual dos alunos. Inclui também treinamento com ferramentas tecnológicas com aplicação à beira do leito para tratamento de traumas e avaliação sobre a capacidade do estudante aconselhar o paciente.


O exame costuma avaliar as principais competências das áreas abordadas durante o internato: Pediatria; Ginecologia e Obstetrícia; Clínica Médica; Cirurgia Geral e Saúde Mental.


Durante o teste os alunos percorrem estações, nas quais são simulados atendimentos e eles têm a chance de colocar em prática seus conhecimentos técnicos, habilidades em diagnóstico, exames, no primeiro contato com o paciente e na realização de procedimentos, sendo avaliados por um professor.


As estações podem ser salas ou mesas, de acordo com o tipo de atendimento proposto. Os procedimentos costumam ser rápidos, de até dez minutos. Durante cada atividade, o candidato faz um checklist explicando o que procurou executar para atingir o objetivo. Ao final da estação, ele segue para a próxima, até finalizar todas.


Durante a avaliação, podem ser utilizados pacientes reais, simulações, manequins ou modelos híbridos.


O OSCE tem uma proposta humanista e é uma ótima oportunidade para os estudantes receberem feedback e aperfeiçoarem o atendimento clínico e emergencial, preparando-se para a prática médica após a graduação.


O OSCE na Humanitas

A Humanitas utiliza o OSCE como uma das ferramentas para privilegiar a participação ativa do aluno na construção do conhecimento e a integração entre os demais conteúdos, além de estimular a interação entre o ensino, a pesquisa e a extensão/assistência.


A prova prática do OSCE é feita pelos alunos do 4º período, na disciplina Método Clínico I, e do 5º período, na disciplina Método Clínico II. As provas são realizadas todos os bimestres, pois compõem a nota da avaliação A1 e A2 em ambas as disciplinas.


Ensino além da sala de aula

Além do OSCE, a Humanitas tem outras ferramentas para enriquecer as vivências do estudante de Medicina. Uma delas é o Programa Integrador (PI), uma parceria entre a faculdade e a Prefeitura de São José dos Campos, por meio da Secretaria de Saúde, que tem como objetivo contribuir para a formação integrada de profissionais da saúde e para a melhoria do Sistema de Saúde da cidade.


O PI é um dos componentes centrais da estrutura curricular do curso de Medicina, visando à indissociabilidade entre teoria e prática; à integração da faculdade ao meio social, local e regional; bem como à integração entre esses cursos e a construção da identidade profissional.

Os alunos da Humanitas também são incentivados a fazer iniciação científica desde o início do curso, visando à formação de profissionais com caráter crítico e reflexivo.


Os estudantes e orientadores buscam fundamentar respostas com base em evidências científicas, por meio de projetos de pesquisa que serão avaliados e julgados pela comissão do programa de iniciação científica.


O estudante ou grupo que tiver a aprovação no programa passará a manter contato com o professor orientador para desenvolver e aprofundar suas atividades de pesquisa. Essa metodologia busca proporcionar mais oportunidades e diversidade na seleção de projetos.

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